As nuvens correm negras no céu como corvos errantes.
O escárnio, a agonia de um povo que morre, aos soluços que seguem as mortalhas, seres que desejam possuir a imortalidade da alma, se corroendo pela contrição.
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De todos os nossos sonhos, de todas as nossas esperanças que se desbotaram...Uma ultima saudade...A lembrança que apodrece em minha mente, como a face da virgem morta.
†
Naquele canto sombrio que traz as trevas da noite, onde o espírito busca o fim da melancolia, onde o sangue que corre em seu rosto se traduz em lagrimas.
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Que desperta os restos que lhes sobraram da alma, que deixa vestígios de uma vida de dor que começa a viver depois da morte.
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O escárnio, a agonia de um povo que morre, aos soluços que seguem as mortalhas, seres que desejam possuir a imortalidade da alma, se corroendo pela contrição.
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De todos os nossos sonhos, de todas as nossas esperanças que se desbotaram...Uma ultima saudade...A lembrança que apodrece em minha mente, como a face da virgem morta.
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Naquele canto sombrio que traz as trevas da noite, onde o espírito busca o fim da melancolia, onde o sangue que corre em seu rosto se traduz em lagrimas.
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Que desperta os restos que lhes sobraram da alma, que deixa vestígios de uma vida de dor que começa a viver depois da morte.
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